Por do Som – Músico acusa evento musical de plágio

O músico e cantor Sandro Bacelar Martins (foto), do Duo Pirarublue, está revoltado e indignado com um evento musical que estréia hoje em Porto Velho, o projeto cultural Por do Som, cujo release apresentado se trata de um passeio com partida do porto que fica no Complexo da Estrada de Ferro Madeira Mamoré (E.F.M.M.), com um giro pela Vila de São Sebastião, seguindo o rio Madeira até usina de Santo Antônio e retornando ao porto.

No entanto Sandro alega que se trata de um projeto seu e que já havia sido protocolado na Funcultural no dia 27 de fevereiro deste ano. Ele acusa Michele Tolentino de ter “roubado” toda a essência do seu projeto, seguindo os moldes que estavam descritos.

“Esse projeto é meu, todo elaborado por mim e o que eu vejo é que se trata de uso de propriedade intelectual alheia, um plágio”.

Sandro afirmou que, inclusive, o Por do Som assinado por ele já consta na programação alusiva aos 100 anos de Porto Velho que será comemorado em 2014.

“Amigos meus e até mesmo a presidente da Funcultural, Jória, achavam que esse Por do Som que acontece hoje seria de responsabilidade minha, como produtor, mas não tem nada a ver. Espero que a produtora me procure e resolva essa situação, pois se não irei tomar providências”, disse Sandro.

O músico disse também lamentar que um evento desse porte e com tamanho apelo popular esteja acontecendo desta forma. “Porto Velho é carente de eventos culturais e musicais e precisa ser divulgado e estimulado, mas tem que ser feito de forma correta e leal. Lamento pelos envolvidos, mas é necessário mais responsabilidade”, concluiu.

Fonte: Rondônia Ao Vivo

O músico e cantor Sandro Bacelar Martins (foto), do Duo Pirarublue, está revoltado e indignado com um evento musical que estréia hoje em Porto Velho, o projeto cultural Por do Som, cujo release apresentado se trata de um passeio com partida do porto que fica no Complexo da Estrada de Ferro Madeira Mamoré (E.F.M.M.), com  um giro pela Vila de São Sebastião, seguindo o rio Madeira até usina de Santo Antônio e retornando ao porto.

No entanto Sandro alega que se trata de um projeto seu e que já havia sido protocolado na Funcultural no dia 27 de fevereiro deste ano. Ele acusa Michele Tolentino de ter “roubado” toda a essência do seu projeto, seguindo os moldes que estavam descritos.

“Esse projeto é meu, todo elaborado por mim e o que eu vejo é que se trata de uso de propriedade intelectual alheia, um plágio”.

Sandro afirmou que, inclusive, o Por do Som assinado por ele já consta na programação alusiva aos 100 anos de Porto Velho que será comemorado em 2014.

“Amigos meus e até mesmo a presidente da Funcultural, Jória, achavam que esse Por do Som que acontece hoje seria de responsabilidade minha, como produtor, mas não tem nada a ver. Espero que a produtora me procure e resolva essa situação, pois se não irei tomar providências”, disse Sandro.

O músico disse também lamentar que um evento desse porte e com tamanho apelo popular esteja acontecendo desta forma. “Porto Velho é carente de eventos culturais e musicais e precisa ser divulgado e estimulado, mas tem que ser feito de forma correta e leal. Lamento pelos envolvidos, mas é necessário mais responsabilidade”, concluiu.

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